Vantagem de Sergio Moro nas Intenções de Voto
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (27), revela que Sergio Moro é o candidato mais forte para o governo do Paraná nas eleições de 2026. De acordo com os dados, o ex-ministro da Justiça se mantém na frente em todos os cenários apresentados, tanto para o primeiro quanto para o segundo turno.
No primeiro turno, dois cenários foram considerados: um com a participação do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, do MDB, e outro sem sua presença. No primeiro cenário, que inclui Greca, Moro obteve 35% das intenções de voto. Em seguida, aparecem Requião Filho, do PDT, com 18%, e Rafael Greca, que conquistou 15%. Sandro Alex, do PSD, somou 5%. As candidaturas de Luiz França, do Missão, e Tony Garcia, do Democracia Cristã, tiveram 1% cada. Ademais, 18% dos entrevistados se declararam indecisos, enquanto 7% optaram por brancos ou nulos.
Considerando um segundo cenário, onde Greca não é candidato, as intenções de voto mudam significativamente. Moro ascende para 42%, enquanto Requião Filho atinge 24%. Sandro Alex registrou um aumento, passando para 6%, e Luiz França avançou para 2%.
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Moro também é Favorito no Segundo Turno
Quando analisada a possibilidade de segundo turno, Sergio Moro se destaca como o provável vencedor em todas as simulações feitas. Sua principal concorrência viria de Sandro Alex, que é apoiado pelo atual governador, Ratinho Júnior. A pesquisa mostra que 64% dos entrevistados acreditam que Ratinho deve eleger um sucessor indicado por ele, o que adiciona uma camada intrigante à disputa.
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Outro ponto relevante é a percepção dos eleitores sobre sua decisão. A pesquisa revelou que 67% dos paranaenses afirmaram que suas escolhas para candidatos ainda não são definitivas e que poderiam mudar de ideia em relação ao voto.
Este levantamento ouviu um total de 1.104 eleitores entre os dias 21 e 25 de abril, apresentando uma margem de erro de 3 pontos percentuais e um nível de confiabilidade de 95%. Os dados claramente indicam um cenário eleitoral dinâmico e incerto, refletindo as diversas mudanças de opinião que podem ocorrer até as eleições.
