Análise dos Riscos Hidrológicos por Região
Nesta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, o cenário de riscos geo-hidrológicos em várias regiões do Brasil revela preocupações significativas, especialmente no que diz respeito a inundações e deslizamentos. Este relatório apresenta uma visão abrangente sobre os riscos identificados.
Risco Hidrológico na Região Norte
Na Região Norte, especificamente no Acre, o risco hidrológico permanece ALTO. A situação no Rio Acre e seus afluentes é crítica, especialmente na Região Geográfica Intermediária de Rio Branco. As estações de monitoramento indicam que os níveis das águas ainda estão em alerta, com a possibilidade de inundação persistente.
Risco Hidrológico na Região Sul
Focando agora no Sul do Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a previsão aponta um risco ALTO de ocorrências de enxurradas urbanas e alagamentos, especialmente na Região Geográfica Intermediária de Florianópolis. As chuvas intensas das últimas 48 horas, aliadas à expectativa de mais precipitações ao longo do dia, elevam os alertas para a população.
Além disso, a possibilidade de enxurradas é considerada MODERADA nas Regiões Geográficas Intermediárias de Porto Alegre e nas cidades de Criciúma, Blumenau e Joinville, em Santa Catarina, e também na Região Intermediária de Cascavel, no Paraná. Tal avaliação deve-se à previsão de chuvas localizadas com intensidade variada.
Risco Hidrológico na Região Sudeste
No Sudeste, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais também enfrentam riscos elevados. Há uma classificação ALTA para o risco de enxurradas e alagamentos nas Regiões Geográficas Intermediárias de Rio de Janeiro, Petrópolis e Juiz de Fora, devido à previsão de chuvas intensas. As chuvas fortes podem agravar a situação já preocupante nas áreas com drenagem deficiente.
As regiões de Sorocaba, São Paulo, Campinas e o Vale do Paraíba, além de Volta Redonda e Barra Mansa no RJ, assim como Belo Horizonte e Pouso Alegre em Minas Gerais, têm um risco MODERADO de eventos semelhantes. Isso se deve à previsão de chuvas intermitentes e de intensidade moderada a forte.
Riscos Geológicos e Movimentos de Massa
Além dos riscos hidrológicos, as regiões também apresentam ameaças geológicas, especialmente movimentos de massa. Na Região Sul, Santa Catarina e Paraná estão sob risco ALTO de deslizamentos, particularmente na Região Geográfica Intermediária de Florianópolis, onde a suscetibilidade a deslizamentos é elevada. Essas condições estão ligadas aos acumulados de precipitação e ao histórico recente de deslizamentos.
O risco é considerado MODERADO nas Regiões Geográficas Intermediárias de Blumenau, Joinville e Curitiba, devido à presença de áreas suscetíveis e à previsão de chuvas intensas que podem desencadear deslizamentos pontuais, principalmente em áreas urbanas e encostas.
Risco Geológico na Região Sudeste
Em relação ao Sudeste, a situação é semelhante. As Regiões Geográficas Intermediárias de Petrópolis, Volta Redonda-Barra Mansa e do Rio de Janeiro têm risco MODERADO de eventos de movimento de massa. O mesmo se aplica a Sorocaba, São Paulo, Vale do Paraíba e Juiz de Fora, onde as condições são propensas a deslizamentos devido à combinação de acumulados de chuva e áreas vulneráveis.
Risco Geológico na Região Norte
Finalmente, na Região Norte, especificamente no Amazonas, o risco de movimentos de massa é classificado como MODERADO. Isso se deve à suscetibilidade de algumas áreas a deslizamentos, que se intensifica com as chuvas moderadas a fortes esperadas na região.
Esses alertas e previsões reforçam a importância da atenção e preparação da população diante das condições climáticas adversas. A monitorização constante e a conscientização são fundamentais para mitigar os impactos desses eventos nas comunidades afetadas.
