Investimentos em Saúde Pública
O Ministério da Saúde anunciou, por meio de uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU), a publicação da portaria GM/MS nº 9.760, que assegura o repasse de R$ 1 bilhão a estados e municípios de todo o Brasil. Os recursos serão direcionados a 3.498 hospitais, incluindo instituições públicas, filantrópicas e Santas Casas. A execução desse investimento está prevista para começar em janeiro e acontece no âmbito do programa “Agora Tem Especialistas”, que tem como objetivo principal a redução do tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS).
No estado do Rio Grande do Sul, aproximadamente 376 instituições de saúde, localizadas em 237 municípios, se beneficiarão dessa iniciativa. Na Região Central do estado, 19 entidades serão contempladas com um total superior a R$ 2,3 milhões. Entre as instituições que receberão apoio financeiro, destacam-se:
- Santa Maria – Hospital Casa de Saúde (R$ 300,2 mil)
- Santa Maria – APAE (R$ 78,5 mil)
- Faxinal do Soturno – Hospital São Roque (R$ 549,8 mil)
- Júlio de Castilhos – Hospital Bernardina Salles de Barros (R$ 41,6 mil)
- Paraíso do Sul – Hospital Paraíso Sociedade Assistencial e Beneficente (R$ 10,5 mil)
- Pinhal Grande – Casa de Saúde São José (R$ 2,6 mil)
- Restinga Seca – Hospital de Caridade São Francisco (R$ 31,8 mil)
- Cachoeira do Sul – Hospital de Caridade (R$ 1 milhão)
- Cachoeira do Sul – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metal Mecânica (R$ 1,4 mil)
- Cachoeira do Sul – Centro de Equoterapia General Polidoro (R$ 1 mil)
- Cachoeira do Sul – APAE (R$ 2,7 mil)
- São Pedro do Sul – Hospital Getuinar Davila do Nascimento (R$ 42,7 mil)
- São Sepé – Hospital Santo Antônio (R$ 95,2 mil)
- São Sepé – APAE (R$ 4,1 mil)
- Agudo – Hospital de Agudo (R$ 89,3 mil)
- São João do Polêsine – Hospital Roberto Binatto (R$ 23 mil)
- Nova Palma – Hospital Nossa Senhora da Piedade (R$ 26,4 mil)
- Ivorá – Hospital de Ivorá (R$ 5,5 mil)
- Tupanciretã – Hospital de Caridade Brasilina Terra (R$ 35,9 mil)
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, os novos recursos fazem parte de um modelo inovador de financiamento para o setor, que assegura um reajuste anual nos valores pagos pelos serviços prestados no SUS. Este cálculo é baseado na produção hospitalar do ano anterior, o que representa uma inovação em relação à antiga Tabela SUS, visto que os novos valores variam entre duas a três vezes mais do que o que era anteriormente pago para consultas, exames e cirurgias.
