Pesquisa Paraná Pesquisas destaca liderança de Sergio Moro no Paraná
O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta segunda-feira 17 uma pesquisa que mostra a preferência dos eleitores paranaenses na corrida pelo governo do estado e pelas duas vagas do Senado Federal. No cenário para o governo estadual, o ex-juiz da Lava Jato e atual senador Sergio Moro (PL) lidera com 46,1%, indicando possibilidade de vitória ainda no primeiro turno.
Na sequência aparecem Requião Filho (PDT) com 23,4%, Sandro Alex (PSD) com 16,5%, Luiz França (Missão) com 0,9%, Tayná Miessa (UP) com 0,6%, Alexandre Salomão (Missão) com 0,4%, Samuel de Mattos (PSTU) com 0,1% e Adriano Teixeira (PCO) sem pontuação significativa. A pesquisa registrou 5,5% de eleitores que não souberam ou não opinaram e 6,5% que declararam voto nulo, branco ou nenhum candidato. Não foram feitas simulações para o segundo turno.
Disputa aberta para as duas vagas ao Senado
Para as duas vagas destinadas ao Senado, a pesquisa mostra uma disputa acirrada entre diversos candidatos. O ex-procurador da Operação Lava-Jato, Deltan Dallagnol (Novo), aparece liderando com 34%, mas sua candidatura está comprometida por inelegibilidade.
Logo atrás, Alexandre Curi (Republicanos) alcança 29,6%, seguido por Gleisi Hoffmann (PT) com 28,1%, Filipe Barros (PL) com 26%, Cristina Graeml (PSD) com 17,2%, Dr. Rosinha (PT) com 12,3%, Joaquim do MLB (UP) com 1,5%, Karen Guerreiro (Missão) com 1,2% e Marcelo Marcelino (PCO) com 0,8%. A pesquisa registrou 5,9% de indecisos e 7,8% de votos nulos, brancos ou nenhum.
Dados da pesquisa e contexto eleitoral
Foram ouvidos 1.520 eleitores entre os dias 13 e 16 de agosto, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código PR-09048/2026.
Entre os candidatos citados, destacam-se Tayná Miessa (UP), Samuel de Mattos (PSTU) e Adriano Teixeira (PCO), que, apesar de pontuações modestas, representam forças políticas relevantes no cenário estadual.
Os resultados indicam um panorama de fragmentação e incertezas, especialmente para as vagas ao Senado, onde a inelegibilidade de um dos principais nomes pode alterar a disputa nas próximas semanas.
